ASSOCIAÇÃO AFRO-RELIGIOSA E CULTURAL FUNDERE OYA JOKOLOSY

 

 

 


Associação


2ª Conferencia estadual de políticas de promoção da Igualdade Racial, realizada
no Hangar nos dia 14 a 16
de 05 de 2009

Avanços desafiose perspectivas

INTECAB/PA sob nova gestão

Palestras
Comunidade
Saúde
Entrega de cestas Alimenticias
Asembleia Geral 11/12/2008


Reuniões
 

 

Associação Afro-religiosa e Cultural
   Fundere Oya Jokolosy

Fundada em 2002 e Legitimada em 2007

 

A associação Afro-religiosa e cultural ARFUOJY é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, foi idealizada em 2002, teve sua primeira reunião em 2004 com 56 participantes, com registro em livro ata, em fevereiro de 2007 tornou-se uma associação legitimada, a partir da necessidade percebida pela Gayaku Jokolosy do Fundere ni Oya Jokolosy de tratar dos assuntos que evolvam a população menos assistida, do estado do Pará, nos seus mais diversos aspectos: sociais, políticos, econômicos, culturais, dentre outros, dando ênfase maior nas questões da afro-religiosidade, promoção da saúde, desenvolvimento de estudo e pesquisa sobre as raízes da população afro-brasileira.

Neste sentido a ARFUOJY se configura como uma das principais articuladoras da Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde do núcleo Pará, bem como, vem somando esforços com seus parceiros (ONGs, órgãos, instituições, empresas e terreiros) nessa empreitada social.

A ARFUOJY possui um corpo técnico que elabora projetos de cunho social, principalmente na área da saúde, pois acreditamos que através da promoção da saúde e do aumento da qualidade de vida do nosso povo conseguiremos vencer todas as barreiras impostas socialmente.

Denunciamos toda e qualquer forma de intolerância vivida pela população afro, lutando incansavelmente por um tratamento igualitário, justo, humano, para que os afro-descendentes possam perceber seu enorme valor dentro do processo de construção étnica deste maravilhoso país em que vivemos.

Temos por objetivos: Fomentar as lideranças afro-religiosas, promover a articulação entre espaços terreiros, combater a intolerância de toda e qualquer espécie, combater a violência doméstica e contra a mulher, garantir que os direitos humanos sejam para a todos, informar sobre a existência de patologias específicas como anemia falciforme, doenças compulsivas (tabagismo, álcool...), informar sobre riscos ergonômicos, prevenir doenças ocupacionais e principalmente a proliferação doenças sexualmente transmissíveis (DSTs/Aids) através da promoção e realização de  projetos que visem desenvolver políticas públicas de saúde, Educação, esporte, lazer, entretenimento, artes e a preservação do meio ambiente.

 


 

2ª Roda de conversa “Mulheres de Axé”

Relatório da oficina, cartografia dos afros religiosos.

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