Com três anos e dez meses de iniciada no afro, por motivos particulares, paguei minha obrigação de 3 anos com Dewí.
Com onze anos de yaô, procurei o Babalorixá Walmir da Luz Fernandes do Ilê Axé Agaro Nilê onde recebi meu Ideká (Transmissão de Segredos), licença plena.
Encontrei raízes diferentes ( Ewê Fon) que é o Jêje, ao qual dei segmento sobre essas raízes que vieram do Axé Pó-Eji (Satú) que devido o seu falecimento os segredos foram transmitidos à mãe jerônima, tendo continuidade com o pai Sifrônio e posteriormente com mãe Tança, conhecida como “ Corcunda de Yá-Yá”, que com o seu falecimento a casa foi herdada pela Gaiacú Mariazinha ( filha biológica de mãe Tança), que após sua morte, quem herdou foi a Gaiacú Pureza.
Hoje na liderança temos Voduô Azirí Kaiá aos cuidados de Carlos de Brota de Oxum (iniciado por mãe Pureza), cujo endereço fica na estrada do Coqueiro Grande, Salvador/Ba.
Esta família ainda é numerosa e existente e continua segurando a bandeira da paz.
Continuo dando segmento a essa linguagem no Funderê Oyá Jokolosy na Av: Conselheiro Furtado 5203, estou muito gratificada, pois, esta bandeira a qual me refiro, já está erguida a muito tempo e certamente nos Multiplicaremos por muiros anos.
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